A oficina O TREINAMENTO CORPO-VOCAL: A VOZ EM AÇÃO NA CENA, ministrada pelo Arte-criador Carlos Ferrera (diretor artístico da Cia. Santa-Fogo – Recife/ PE), privilegia a prática de uma produção vocal cênica a partir do desbloqueio total do corpo, em exercícios físicos que aliam movimentação, respiração e fluxo sonoro. Essa proposição de treinamento garante um resultado dinâmico, liberto para a experimentação, localizando o intérprete-criador em um situação investigativa para o desenvolvimento de recursos técnicos e estilísticos na feitura da cena.
Nos dois vídeos poderemos visualizar uma das muitas possibilidades de inserir no trabalho artístico um fluxo corpo-vocal, que independentemente das escolhas poéticas, deve garantir as dinâmicas e texturas sonoras.
PARTE 1
Relação dos Intérpretes-Criadores:
Paulo Henrique de Souza e Julliana Soares (Cena 1)
Leonardo Bhalleno (Cena 2)
Rosa de Amorim (Cena 3)
PARTE 2
Relação dos Intérpretes-Criadores:Everton Carvalho (Cena 4)
Wermeson Jheyvson (Cena 5).
Ministrante da oficina e Diretor das cenas:
CARLOS FERRERA
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
VIDE O VÍDEO 9 - O PRIMEIRO DESENHO ANIMADO DA HISTÓRIA
No dia 17 de Agosto de 1908, o diretor francês Émile Courtet (também chamado de Émile Cohl) projetou no ‘Théâtre du Gymnase’ em Paris o que foi considerado o primeiro desenho animado da história. Com a ajuda de um projetor de filmes moderno, Fantasmagorie trouxe às telas o gênero animado. Alguns anos mais tarde, em 1912, Courtet mudou-se para Fort Lee, nos Estados Unidos, onde trabalhou no estúdio francês Éclair e espalhou sua técnica.
Para criar o curta de um pouco mais de um minuto, cada frame foi desenhado em um pedaço de papel, em um total de 700 desenhos, e depois fotografados. A animação foi gerada a partir do negativo do filme, conseguindo o efeito final. O nome Fantasmagorie é uma referência a uma técnica francesa do final do século XVIII chamada “fantasmagoria”, um show de projeções de “fantasmas” que existia antes da criação do cinema, algo parecido com o efeito de um caleidoscópio projetado.
Para criar o curta de um pouco mais de um minuto, cada frame foi desenhado em um pedaço de papel, em um total de 700 desenhos, e depois fotografados. A animação foi gerada a partir do negativo do filme, conseguindo o efeito final. O nome Fantasmagorie é uma referência a uma técnica francesa do final do século XVIII chamada “fantasmagoria”, um show de projeções de “fantasmas” que existia antes da criação do cinema, algo parecido com o efeito de um caleidoscópio projetado.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
VIDE O VÍDEO 8: A Street Art em 3D
Nesta semana dedicamos um espaço para uma modalidade relativamente nova das artes plásticas, que é a pintura em 3D. Essa técnica usa os parâmetros da perspectiva clássica, porém em caráter de intervenção pública, saindo da moldura (quadro) e ganhando espaços inusitados da cidade. Escolhemos alguns exemplos dessa arte tão provocante e linkada com a cultura urbana.
Boa apreciação!
EDGAR MUELLER
O artista alemão Edgar Mueller vem desenvolvendo projetos em vários países, explorando a técnica de desenho 3D. Ao escolher o espaço urbano como meio de difusão de sua arte, o artista usa a rua como o suporte mais eficaz para suas imensas paisagens, oferecendo suas criações como dinamizadoras de sensações compartilhadas.
A obra exposta aqui, THE CREVASSE (Fenda de Geleira), é resultado de um trabalho realizado durante o “Festival of World Culture” em Agosto de 2008, na Irlanda, com o auxílio do Goethe Institut.
Mais informações sobre o artista: www.metanamorph.com
Boa apreciação!
EDGAR MUELLER
O artista alemão Edgar Mueller vem desenvolvendo projetos em vários países, explorando a técnica de desenho 3D. Ao escolher o espaço urbano como meio de difusão de sua arte, o artista usa a rua como o suporte mais eficaz para suas imensas paisagens, oferecendo suas criações como dinamizadoras de sensações compartilhadas.
A obra exposta aqui, THE CREVASSE (Fenda de Geleira), é resultado de um trabalho realizado durante o “Festival of World Culture” em Agosto de 2008, na Irlanda, com o auxílio do Goethe Institut.
Mais informações sobre o artista: www.metanamorph.com
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
VIDE O VÍDEO 7 + CLARICE LISPECTOR
No VIDE O VÍDEO 7, a última entrevista da escritora Clarice Lispector, concebida ao jornalista Julio Lerner, no programa PANORAMA (em 1977, mesmo ano da sua morte) e reexibida no 30 Anos Incriveis da tv cultura.
Clarice Lispector figura entre os grandes nomes da literatura nacional, tendo investido em sua intimidade profunda, explícita e misteriosa. Convivendo com os paradoxos das emoções. Ainda hoje é amplamente lida e relida nos palcos, filmes, músicas, pelas artes plásticas e visuais.
Boa apreciação!
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
Clarice Lispector figura entre os grandes nomes da literatura nacional, tendo investido em sua intimidade profunda, explícita e misteriosa. Convivendo com os paradoxos das emoções. Ainda hoje é amplamente lida e relida nos palcos, filmes, músicas, pelas artes plásticas e visuais.
Boa apreciação!
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
UMA VOZ E SUAS IMAGENS - A cantora Mariana Aydar e dois Video-Clipes, no VIDE O VÍDEO 6
Uma das gratas surpresas da MPB é Mariana Aydar. Musicalmente segura e demonstrando muita maturidade ao interpretar canções autorais e de outros compositores, ela transita entre ritmos e nuances sem perder a sua identidade vocal, que embora particular, deixa quase que clara a lembrança de Elis Regina, quando lança mão de alguns recursos expressivos. O que não diminui em nada o seu trabalho de grande intérprete, pois atrás de um grande cantor sempre existe uma memória musical que lhe segue.
Mariana tem berço musical. Filha de Mário Manga (grande arranjador e componente do grupo Premê) e da produtora Bia Aydar, passou a infância entre estúdios, palcos e camarins, para posteriormente estudar em uma das mais conceituadas escolas de música do mundo, a Berklee School of Music, em Boston (EUA).
Aqui poderemos apreciar os vídeo-clipes das músicas “Palavras Não Falam” e “Deixa o Verão”, dirigidos por Douglas Kuruhma e Leandro Lima, respectivamente. Os vídeos são impecáveis e revelam o talento dos diretores, ressaltando o lado despojado de Mariana, que se mostra muito à vontade com a câmera e vai além do simples registro áudio-visual.
Em “Deixa o Verão” Douglas Kuruhma narra com as imagens, transformando-as num diário pessoal. A partir de uma edição, que em muito se referencia à fotografia de momentos corriqueiros e jogando algumas citações na tela como “Não tem começo...”,”Feliz Agora”, “Todos os lugares em que nos encontramos...”, reforça ainda mais uma impressão feminina. O vídeo-clipe tem um ar “alternativo” e despretensioso, apesar de ser tecnicamente bem finalizado.
Já “Palavras não Falam”, Leandro Lima aposta no minimalismo da imagem e embarca no depoimento da letra da canção, declaradamente íntima. Uma confissão transposta para o branco da tela, onde o centro dela é a própria Mariana cantando entre focos e desfocos, dando a nítida percepção da relação entre criador e criatura, ressaltada no estranhamento proposto pelo figurino e adereços. Em alguns momentos Mariana assumi até um tom meio performático.
Estamos diante de uma grande voz, uma grande intérprete, preocupada também com o diálogo com outras artes para agregar discursos poéticos ao seu dom: Cantar!
DEIXA O VERÃO
PALAVRAS NÃO FALAM
Mariana tem berço musical. Filha de Mário Manga (grande arranjador e componente do grupo Premê) e da produtora Bia Aydar, passou a infância entre estúdios, palcos e camarins, para posteriormente estudar em uma das mais conceituadas escolas de música do mundo, a Berklee School of Music, em Boston (EUA).
Aqui poderemos apreciar os vídeo-clipes das músicas “Palavras Não Falam” e “Deixa o Verão”, dirigidos por Douglas Kuruhma e Leandro Lima, respectivamente. Os vídeos são impecáveis e revelam o talento dos diretores, ressaltando o lado despojado de Mariana, que se mostra muito à vontade com a câmera e vai além do simples registro áudio-visual.
Em “Deixa o Verão” Douglas Kuruhma narra com as imagens, transformando-as num diário pessoal. A partir de uma edição, que em muito se referencia à fotografia de momentos corriqueiros e jogando algumas citações na tela como “Não tem começo...”,”Feliz Agora”, “Todos os lugares em que nos encontramos...”, reforça ainda mais uma impressão feminina. O vídeo-clipe tem um ar “alternativo” e despretensioso, apesar de ser tecnicamente bem finalizado.
Já “Palavras não Falam”, Leandro Lima aposta no minimalismo da imagem e embarca no depoimento da letra da canção, declaradamente íntima. Uma confissão transposta para o branco da tela, onde o centro dela é a própria Mariana cantando entre focos e desfocos, dando a nítida percepção da relação entre criador e criatura, ressaltada no estranhamento proposto pelo figurino e adereços. Em alguns momentos Mariana assumi até um tom meio performático.
Estamos diante de uma grande voz, uma grande intérprete, preocupada também com o diálogo com outras artes para agregar discursos poéticos ao seu dom: Cantar!
DEIXA O VERÃO
PALAVRAS NÃO FALAM
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O AMOR, O PRAZER, A LIBERDADE E A FELICIDADE - A FILOSOFIA DE EPICURO, no VIDE O VIDEO 5
Epicuro nasceu em 341 a.C., na Ilha de samos, mas ainda muito jovem partiu para Téos, na costa da Ásia Menor. Quando criança estudou com o platonista Pânfilo por quatro anos e era considerado um dos melhores alunos. Certa vez ao ouvir a frase de Hesíodo, todas as coisas vieram do caos, ele perguntou: e o caos veio de que? Retornou para a terra natal em 323 a.c.. Sofria de cálculo renal, o que contribuiu para que tivesse uma vida marcada pela dor. Fundou sua própria escola filosófica, chamada O Jardim, onde residia com alguns amigos, na cidade de Atenas. Lecionou nela até a morte, em 271 a.C. cercado de amigos e discípulos. Tendo sua vida marcada pelo ascetismo, serenidade e doçura.
VIDEO 1
VIDEO 2
VIDEO 3
VIDEO 1
VIDEO 2
VIDEO 3
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
VIDE O VÍDEO 4 - Masterclasses com TERESA BERGANZA
Dois vídeos mostram o trabalho da grande mezzo-soprano Teresa Berganza, dando aulas para jovens cantores líricos. Essas aulas são conhecidas como masterclasses, onde os alunos se predispõem a interpretar um conjunto de peças em público sob a intervenção do professor.
Teresa Berganza, nasceu em Madrid, no ano 1935 e teve sua estréia em 1957. Estudou piano no conservatório de sua cidade natal e canto com Lola Rodriguez de Aragón. Com sua técnica primorosa, musicalidade e forma espontânea de interpretar os seus personagens operísticos, conquistou os palcos do grande circuito lírico mundial e atualmente dedica-se ao repasse de sua experiência para jovens cantores, que lotam seus Masterclasses. Teresa Berganza foi também uma das grandes difusoras do repertório hispânico.
Nos vídeos, vemos Cornelia Oncioiu, uma mezzo-soprano romena, e Xavier Mas, um tenor francês, sendo conduzidos por Teresa Berganza nas interpretações das árias “Una Voce Poco Fa” (Uma voz pouco faz), ária da personagem Rosina, da ópera O Barbeiro de Servilha, de Giacomo Rossini (29, Fevereiro, 1792 – 13, Novembro, 1868) e "Mio Tesoro" (Meu Tesouro), do personagem Don Ottavio, da ópera Don Giovanni, de W. A. Mozart (27, Janeiro, 1756 – 06, Dezembro, 1791).
Teresa Berganza com Cornelia Oncioiu
Teresa Berganza com Xavier Mas
Teresa Berganza, nasceu em Madrid, no ano 1935 e teve sua estréia em 1957. Estudou piano no conservatório de sua cidade natal e canto com Lola Rodriguez de Aragón. Com sua técnica primorosa, musicalidade e forma espontânea de interpretar os seus personagens operísticos, conquistou os palcos do grande circuito lírico mundial e atualmente dedica-se ao repasse de sua experiência para jovens cantores, que lotam seus Masterclasses. Teresa Berganza foi também uma das grandes difusoras do repertório hispânico.
Nos vídeos, vemos Cornelia Oncioiu, uma mezzo-soprano romena, e Xavier Mas, um tenor francês, sendo conduzidos por Teresa Berganza nas interpretações das árias “Una Voce Poco Fa” (Uma voz pouco faz), ária da personagem Rosina, da ópera O Barbeiro de Servilha, de Giacomo Rossini (29, Fevereiro, 1792 – 13, Novembro, 1868) e "Mio Tesoro" (Meu Tesouro), do personagem Don Ottavio, da ópera Don Giovanni, de W. A. Mozart (27, Janeiro, 1756 – 06, Dezembro, 1791).
Teresa Berganza com Cornelia Oncioiu
Teresa Berganza com Xavier Mas
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